
todos os dias
tudo sempre igual,
acordar as sete horas
um mundo marginal
acendo um cigarro
troco de canal,
genocidios na tv
e acho tudo tão normal
a emoção que me falta,
em pouca vida que me resta,
meu whisky só me ajuda,
pra morrer eu tenho pressa.
dançando a valsa,
pensando na vida,
vivendo o limbo,
e tomando um chá.



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