
Quando ando sozinho pelas ruas, normalmente em ritmo leve e sem pressa, teimo em imaginar algumas situações. O que poderia acontecer agora? E se eu atravessasse a rua? Algo facilmente explicado! Pois atravesso a rua então! Mas, o que aconteceria se estivesse permanecido do outro lado? Quem sabe acharia dez centavos, ou até mesmo, esbarraria com aquela que viria ser minha futura esposa e mãe de meus filhos.
Quando chego ao destino, normalmente um barzinho, ou até mesmo um posto de combustível, daqueles onde aglomeram os jovens para beber, fumar e conversar; Continuo a pensar, e se eu estivesse em casa agora, poderia muito bem a sorte ter batido a minha porta, e ter me deixado milhonário, ou até mesmo adicionado um novo amigo no orkut, este que poderia vir a ser meu sócio em um futuro empreendimento.
Começo a beber de forma desenfreada, algo que faço sempre que tenho vontade. Eis que algo me vem a cabeça, como regressarei à minha casa se estiver bebado? Algum desses amigos irá me ajudar, quando de minha ebriedade estiver saturado? O que pensará a garota do outro lado da rua ao me ver caido, tal qual um mendigo?
Acendo meu cigarro, meus olhos não vêem muita coisa...Estão se decidindo entre cerrar ou escancarar as pálpebras, meus dedos mal conseguem segurar a morte e a paz entre meus dedos. Sinto que devo ir embora... Mas como, se existem tantas outras drogas a serem usadas esta noite, muitas das quais, fariam este porre parecer o maior sinal de ombridade de meu caráter. Decido ficar um pouco mais.
A paz chega em minhas mãos, vida através das mãos de outro, como eu, condenado a viver desta maneira ébria e viciada. Sinto seu calor...Sinto-me gelado. Sinto cada terminação nervosa do meu corpo se desligar de mim... E neste momento, paro de pensar. Inicio uma verdadeira viagem, onde encontro conclusões para tudo o que sempre indaguei.
Os prédios, as luzes se fazem gingantes, sinto vibrações, não ouço sons, o ar em volta de mim teima em querer entrar em meus poros... E já não consigo mais andar.
Mas e se eu não estivesse aqui?
Onde eu estaria?
Como poderia saber o que vivi aqui?
Minha vida é como uma página em branco!
E sempre há algo sendo escrito à caneta.
Nada pode ser apagado.
Algumas coisas podem ser riscadas, mas prevalece a certeza de que foram escritas...
Algumas vezes, até mesmo, viramos páginas, mas incessantemente algo está sendo escrito.
E ae, posso ler seu texto?
Quando chego ao destino, normalmente um barzinho, ou até mesmo um posto de combustível, daqueles onde aglomeram os jovens para beber, fumar e conversar; Continuo a pensar, e se eu estivesse em casa agora, poderia muito bem a sorte ter batido a minha porta, e ter me deixado milhonário, ou até mesmo adicionado um novo amigo no orkut, este que poderia vir a ser meu sócio em um futuro empreendimento.
Começo a beber de forma desenfreada, algo que faço sempre que tenho vontade. Eis que algo me vem a cabeça, como regressarei à minha casa se estiver bebado? Algum desses amigos irá me ajudar, quando de minha ebriedade estiver saturado? O que pensará a garota do outro lado da rua ao me ver caido, tal qual um mendigo?
Acendo meu cigarro, meus olhos não vêem muita coisa...Estão se decidindo entre cerrar ou escancarar as pálpebras, meus dedos mal conseguem segurar a morte e a paz entre meus dedos. Sinto que devo ir embora... Mas como, se existem tantas outras drogas a serem usadas esta noite, muitas das quais, fariam este porre parecer o maior sinal de ombridade de meu caráter. Decido ficar um pouco mais.
A paz chega em minhas mãos, vida através das mãos de outro, como eu, condenado a viver desta maneira ébria e viciada. Sinto seu calor...Sinto-me gelado. Sinto cada terminação nervosa do meu corpo se desligar de mim... E neste momento, paro de pensar. Inicio uma verdadeira viagem, onde encontro conclusões para tudo o que sempre indaguei.
Os prédios, as luzes se fazem gingantes, sinto vibrações, não ouço sons, o ar em volta de mim teima em querer entrar em meus poros... E já não consigo mais andar.
Mas e se eu não estivesse aqui?
Onde eu estaria?
Como poderia saber o que vivi aqui?
Minha vida é como uma página em branco!
E sempre há algo sendo escrito à caneta.
Nada pode ser apagado.
Algumas coisas podem ser riscadas, mas prevalece a certeza de que foram escritas...
Algumas vezes, até mesmo, viramos páginas, mas incessantemente algo está sendo escrito.
E ae, posso ler seu texto?
ouvindo 'Charlotte Grappewine - Cachorro Grande'



4 comentários:
o melhor texto ja postado né luc escritor?
sahbeuhsauehusahe
há controversias *-*
nossa véio
muito bom ;~
HDSHDSHDSH
seu filho da puta, ainda vem se fazer dizendo que não sabe escrever sem rimas.
HSDHDSHSDHDSHHDSHDSDSHSDH
muito bom mesmo cara, pena que "as portas da percepção" está chegando ao fim...
mais ai vem outra.
O melhor texto teu :)
desse jeito nem existe concorrência ; ~ aiuheiauoehaiuheaiuhe
luuucas ;@@
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